| UNI Gráficos: Seminário de negociação coletiva e dialogo social |
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Com a participação de quarenta representantes de Canadá, México, Panamá, Nicarágua, Peru, Chile, Brasil, Paraguai, Uruguai, Espanha, Suíça, Holanda e Argentina, foi realizado entre os dias 16 e 18 de marco deste ano, um seminário de sindicatos gráficos dos mencionados países, com a idéia de harmonizar o desenvolvimento da negociação coletiva e formar uma rede a nível latino-americano, assim como de estabelecer lineamentos para aprofundar à aplicação da Declaração de Buenos Aires.
O dialogo social latino-americano, ponto de partida dos acordos
Neste marco, o presidente da CONLATINGRAF, Juan Carlos Sacco, especialmente convidado para dissertar no encontro, realizou uma interessante exposição sobre o papel da indústria gráfica no mundo e no continente americano.
Logo de ser apresentado por Lucio Castillo, o Vice-presidente da UNI, referiu-se à importância do dialogo social inaugurado a partir da assinatura da Declaração de Buenos Aires em correlação com a Ata de Buenos Aires do 27 de outubro de 2006, destacando que “em conjunto a gente pode fazer crescer um setor cujo 85% mundial está constituído por empresas PyMes, capacitando a toda a cadeia produtiva da empresa” e falou sobre os avanços tecnológicos que estão acontecendo na gráfica universal.
Com relação à capacitação profissional disse que em abril próximo realizar-se-á em São Paulo uma reunião do CIFAG e convidou a UMI Gráficos a assistir a mesma por meio de um representante, detalhando os avanços que realizaram através do Portal para subministrar capacitação a distancia, pranteando que se pode argumentar “quais tipos de cursos se quer e para onde se quer chegar”.
Na sua intervenção expressou a sua satisfação pelos acordos bilaterais os quais permitirão a expansão da produção gráfica e também adiantou que a CONLATINGRAF trabalha no momento na normalização dos postos de trabalho do setor para assim poder ter uma identificação profissional como gráficos em todos os países do continente, com a idéia de que isto ponha um limite ao avanço que sobre a gráfica acontece em vários países.
Juan Carlos Sacco respondeu amavelmente a varias perguntas que lhe fizeram os participantes, todas com relação à possibilidade de aprofundar na relação entre o trabalho e o social nos países aonde a CONLATINGRAF tem câmaras associadas e a UNI Gráficos sindicatos membros, constituindo sua presença e mensagem, uma experiência cheia de potencial gerada a partir de um dialogo singelo e construtivo entre os atores sociais da gráfica latino-americana, a qual dá o exemplo de maturidade que marca pautas de avançada no setor privado industrial.